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Nota Política: Operação Esculápio

Nota Política do Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder (DACA) e da Associação de Funcionários da FUMES (AFFMESM) sobre a Operação Esculápio

A tempestade perfeita se aproxima da FAMEMA! Isso não nos surpreende. Dentro do movimento estudantil e do movimento dos trabalhadores sempre denunciamos e continuamos a denunciar o mau uso do dinheiro público na administração do Complexo FAMEMA.

Saudamos em 2015 a Operação Esculápio quando surgiu e continuamos acreditando que seu trabalho foi fundamental em desvelar os acordos que diversos gestores da faculdade fizeram para fraudar licitações, desviando verba pública em prol de interesses particulares. Já à época, no entanto, denunciávamos a demora para que nossas denúncias fossem de fato investigadas.

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Emenda conquistada por estudantes e trabalhadores é engavetada por base de Alckmin

Nesta quarta-feira, 27/12, a ALESP votou o Orçamento do ano de 2018. Junto ao orçamento, foi votada a emenda ao orçamento, conquistada após as Mobilizações Conjuntas dos Trabalhadores e Estudantes em outubro, e formalmente proposta pelo Dep. Carlos Gianazzi (PSOL) que previa orçamento extra de R$100 milhões para a Faculdade de Medicina de Marília, incluindo o Hospital das Clínicas da FAMEMA. Muito embora o orçamento tenha sido aprovado com facilidade pela base aliada do Governo Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato a presidência da república, a emenda proposta por Gianazzi foi rejeitada.

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Documento: “CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS QUE SUSTENTEM AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NO BRASIL”

Relatório Analítico de Prejuízos à Sociedade, aos Trabalhadores e ao Erário por parte das Organizações Sociais (OSs) e das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs)

O presente documento foi elaborado pela Frente Nacional contra a Privatização da Saúde formada por Fóruns de Saúde de diversos estados, movimentos sociais, centrais sindicais, sindicatos, projetos universitários e várias entidades de âmbito nacional[1]. Tem como objetivo apresentar aos Ministros do Supremo Tribunal Federal fatos ocorridos, nos estados e municípios brasileiros que já implantaram as Organizações Sociais (OSs) e as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) como modelo de gestão dos serviços públicos na área da saúde, que têm trazido prejuízos à sociedade, aos trabalhadores e ao erário. Frente a tais fatos, não existem argumentos capazes de sustentar a defesa jurídica ou econômica das Organizações Sociais, principalmente na gestão dos serviços de saúde. Eles atestam a necessidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal julgarem procedentes os pedidos de inconstitucionalidade formulados no âmbito da ADI 1.923/98.

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