fbpx

População em situação de rua: o que temos a ver com isso?

É com muita felicidade que o DACA ajudou a coordenar essa cartilha, com três dos textos produzidos por estudantes da FAMEMA. Os estudantes Henrique Caetano Mingoranci Bassin e Vinícius Imakawa de Lucca do terceiro ano, Thamires Miyako Ito Sigole e Hérica Dias Brito do segundo ano do curso de medicina da Famema participam da cartilha.

Tratar do tema de populações historicamente negligenciadas pelos Sistemas de Saúde (e aqui já se deixa a marca de não utilizar o termo “populações vulneráveis ”, uma vez que a vulnerabilidade é condicionada pelos mecanismos da macroestrutura social desigual e excludente – a determinação social do processo saúde doença) é um desafio contra-hegemônico nos meios de formação, de modo que informar sobre tal assunto torna-se cada vez mais imperativo.

Ler mais

Nota Política: O Campus de Papel

Poucas coisas interessam mais à academia da FAMEMA que um campus. Uma das poucas faculdades públicas que tem toda sua infraestrutura alugada, a instituição – desde sua estadualização – pleiteia junto ao estado de São Paulo por uma sede própria. Um cantinho para chamar de seu.

Os alunos sentem a falta de um campus na pele quando não tem acesso à laboratórios minimamente equipados, os poucos que temos se mantém abertos pelo heróico esforço dos professores das cadeiras básicas. Sentem falta quando não tem a mínima infraestrutura à disposição para funcionamento das ligas acadêmicas. Sentem quando não dispões de centro poliesportivo para treinar, ainda que tenham que dizer a seus pacientes que a atividade física é essencial. Fica nítido para todos que chegam à FAMEMA que um campus não é só essencial, como nos tiraria da situação de total ostracismo dentro do sistema educacional.

Ler mais

Nota: Marielle, presente!

No dia 17/03, após a oficina “Por que, para que, e como se organizar?”, membros da gestão e do apoio do Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder (DACA) integraram a manifestação ocorrida em Marília por conta do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) no Rio de Janeiro. A presença do movimento estudantil em espaços como este é de suma importância, pois servem como lembrete de que a universidade não se trata de uma bolha isolada do restante da sociedade, já que o machismo e o racismo que ferem e matam mulheres como Marielle todos os dias, assim como outras violências disseminadas em nosso meio social, repercutem e reproduzem-se dentro da universidade.

Por isso, não podemos nos limitar a discutir e lutar apenas pelas pautas de nossa faculdade. Já que, apesar de serem muito importantes por si mesmas, têm relação direta com uma conjuntura nacional, a qual não devemos ignorar.

A Gestão “Filhos da Época”, por entender isto, se compromete a continuar se aproximando dos movimentos sociais atuantes em Marília e no Brasil, assim como a permanecer lutando pela melhoria de nossa faculdade, sempre com esta visão crítica de que o que ocorre aqui, localmente, é também expressão de um cenário nacional.

Nota de Esclarecimento sobre denúncias de assédio no diretório

O Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder (DACA) vem, por meio desta nota, esclarecer que está ciente dos episódios de assédio ocorridos dentro de sua sede nas últimas festas.

A gestão “Filhos da Época” tentou tomar providências quanto a denúncias, entretanto, nada pode ser feito sem o consentimento das vítimas. O intuito desta nota não é expor os relatos de assédio, tampouco as vítimas envolvidas, mas sim enfatizar a ciência dos episódios e que qualquer forma de abuso não será tolerada em nossos espaços, desde reuniões ordinárias a festas. Pelo contrário, o DACA se coloca como um espaço de acolhimento e apoio a essas vítimas. Dessa forma, nossa fiscalização será intensificada de modo a inibir qualquer tipo de violência, tendo como providência a EXPULSÃO PERMANENTE de abusadores dos nossos eventos. Já na próxima festa, iniciaremos a rede de segurança, a qual consistirá num grupo de pessoas de coletes que promoverão a fiscalização de qualquer conduta considerada abusiva, além de poder servir de apoio às vítimas.

Continuamos apoiando a luta das mulheres contra os machismos e lutando para que os espaços do movimento estudantil sejam receptivos, acolhedores e isentos de opressões!