Inscrições para o Cursinho Popular

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Estão abertas as inscrições para o ano de 2016 do Cursinho Popular da FAMEMA. Você poderá se inscrever presencialmente no DACA ou online. A prova será realizada no dia 20/02, e o período de inscrições se encerrará às 17h do dia 19/02. As vagas são limitadas.  Confira abaixo o edital do processo de seleção.


EDITAL– PROCESSO SELETIVO 1/2016

A Coordenação do Curso Pré-Vestibular Popular da Faculdade de Medicina de Marília faz saber, por meio do presente Edital, que estarão abertas as inscrições, no período de 01/02/2016 até às 17h do dia 19/02/2016 para o Processo Seletivo do CP-FAMEMA 1/2012.

1. Pré-requisitos

1.1 Para participar do projeto:
1.1.1 Concluir ou estar matriculado e cursando o terceiro ano do Ensino Médio em escola pública
1.1.2 Serão aceitos também candidatos que concluíram ou estejam cursando o terceiro ano do Ensino Médio em escolas particulares desde que possuam bolsa integral ou o valor máximo de bolsa oferecido pela instituição
1.1.3 Possuir renda per capita menor ou igual a 2 (dois) salários mínimos ou R$ 1840,00, tomando como referência a segunda faixa de piso salarial vigente no Estado de São Paulo, isto é, R$ 920,00;
1.1.4 Ter sido aprovado no processo seletivo regido por este edital.
1.1.5 As vagas para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio terão seu número limitado

2. Inscrição:

2.1 A inscrição para o Processo Seletivo CP-FAMEMA 2016 será realizada no DACA R. Aziz Atalah, 101 – Fragata ou via online pelo endereço: https://www.eventbrite.com.br/e/processo-seletivo-cp-famema….
2.2 Todos os documentos deverão ser entregues no dia da prova, sendo eles:
2.2.1 Cópia do RG ou CNH ou passaporte ou certidão de nascimento, tanto do candidato quanto dos residentes da casa
2.2.2 Comprovante de conclusão do ensino médio ou comprovante de matrícula, em caso de bolsa em escolas particulares é necessário também um documento que comprove a bolsa em escola particular
2.2.3 Comprovante de residência
2.2.4 Comprovante de renda
2.3 O valor da taxa de inscrição é de R$25,00, caso seja feita a inscrição presencial no DACA, devendo o pagamento ser realizado no ato da inscrição. Caso a inscrição seja feita online, o valor cobrado será de R$27,00, sendo esse acréscimo de R$2,00 utilizados para cobrir os custos da plataforma online.
2.4 No dia da prova o candidato deverá ler com atenção e assinar a Declaração de Veracidade das Informações Prestadas.

3. Prova:

3.1 A prova consiste em 45 questões de múltipla escolha, com 5 (cinco) questões de cada uma das seguintes matérias: história, geografia, biologia, química, matemática, física, gramática, literatura, interpretação de texto
3.2 Para a prova, o candidato deverá levar: documento original com foto, caneta esferográfica azul ou preta, lápis e borracha.
3.3 O candidato poderá levar água e alimentos leves.
3.4 A prova terá início às 09:00 horas do dia 20/02/2016, no auditório Mario Consentino, situado em Av. Monte Carmelo, 800, 17519-030, Marília – SP. Não serão tolerados atrasos.
3.5 O candidato deve chegar com 1 (uma) hora de antecedência ao local da prova para a análise da documentação.
3.6 Não será permitido ao candidato o uso de quaisquer aparelhos eletrônicos durante a prova.
3.7 O gabarito deverá ser preenchido apenas com caneta esferográfica azul ou preta.
3.8 A prova tem duração total de 3 (três) horas. Não haverá tempo adicional para o preenchimento do gabarito.

4. Classificação dos candidatos

4.1 A classificação dos candidatos será feita de acordo com a nota total obtida na prova de seleção, em ordem decrescente de valor. Os 36 candidatos com as melhores notas serão CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR POPULAR DA FAMEMA convocados para a matrícula, sendo que 12 vagas serão reservadas exclusivamente para os candidatos que já concluíram o terceiro ano do Ensino Médio. Além disso, os próximos 20 candidatos serão listados em espera; caso haja desistência, serão convocados respeitando a ordem da lista.
4.2 Os critérios de desempate para classificação obedecerão aos seguintes itens, na ordem apresentada:
4.2.1 A menor renda per capita;
4.2.2 A maior soma das notas de gramática e interpretação de texto;
4.2.3 A maior nota de matemática.

5. Critérios de exclusão

5.1 Os critérios de exclusão do processo seletivo são:
5.1.1 Fazer uso de aparelhos eletrônicos ou utilizar de quaisquer meios para obter vantagem durante a prova;
5.1.2 Entregar o gabarito em branco ou não o entregar ao final da prova;
5.1.3 Possuir renda maior do que 2 (dois) salários mínimos, de acordo com o item 1.1.2 deste edital;
5.1.4 Não efetuar a matrícula no período determinado neste edital
5.1.5 Casos omissos

6. Convocação para Matrícula

6.1 A lista de aprovados será divulgada na página e perfil do CP-FAMEMA no Facebook, no endereçohttps://www.facebook.com/cpfamema, e afixada ao mural do Diretório Acadêmico, situado na rua Aziz Atalah, 9, 17519-101, Marília – São Paulo, no dia 22/02/2016.
6.2 Os aprovados serão listados pelo número do RG e não necessariamente na ordem de classificação; já a lista de espera será necessariamente organizada na ordem de classificação.
6.3 Os aprovados deverão efetuar a matrícula pessoalmente no período de 22/02/2015 a 29/02/2015, e devem levar consigo o documento original com foto e 2 (duas) fotos 3×4.
6.4 A matrícula será efetuada na sede do Diretório Acadêmico da FAMEMA – DACA, situado em rua Aziz Atalah, 9, 17519-101, Marília – São Paulo, de segunda-feira a sexta-feira, das 12h às 17h.
6.5 No primeiro dia de aula letivo o aluno receberá o Regimento Interno dos Alunos, que deverá ser lido com atenção, assinado e entregue aos coordenadores no dia da apresentação do cursinho ou conforme orientação.
6.6 Em caso de desistência de algum aluno aprovado em primeira chamada, serão feitas três tentativas de contato com o próximo candidato da lista de espera.
6.6.1 Se o candidato não responder ao contato, a vaga será considerada em aberto e passada ao próximo candidato da lista
6.6.2 A partir do momento da comunicação da aprovação, o candidato terá 03 (três) dias úteis para efetuar a matrícula. Se isso não ocorrer, a vaga será considerada em aberto e passada ao próximo candidato da lista;
6.6.3 Se as aulas já estiverem em andamento, o convocado da lista de espera terá 03 (três) dias corridos para comparecer a elas a partir da data da matrícula. Caso isso não ocorra, a vaga será considerada em aberto e passada ao próximo candidato da lista.

7. Casos omissos

7.1 Os casos omissos a este edital serão analisados e julgados pela coordenação do Curso Pré-Vestibular Popular da FAMEMA.

29 de janeiro, Visibilidade Trans para quem?

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Por Sofia Favero Ricardo, via Travesti Reflexiva

Estar visível não significa necessariamente algo que converta-se em um feedback saudável. Eu tenho uma relação agridoce com a visibilidade, costumo andar pelas bordas quando estou na rua, quase esbarrando nos muros, como se eu quisesse entrar neles e ser invisível. Finjo não estar atenta a qualquer sinal de que a minha identidade foi percebida, ela é berrante! Acho, aliás, chego a ter certeza que a palavra “aberração” está escrita em minha testa.

O preço que pago quando observam e apontam a minha travestilidade é muito alto, torno-me alvo de agressões, chacotas e deboches. Descobri que é mais fácil camuflar-me entre os considerados normais e tentar viver em paz.

“Olha lá a sua namorada passando!” Gritam para alguém enquanto ferem-me junto. Os dedos que me denunciam e são apontados para mim anunciam uma realidade: é um crime ser travesti. Quer dizer, quem sabe criminosos conseguem ter um reconhecimento social maior!

Ou até mesmo um caso clássico onde uma conhecida afirmava que havia mostrado fotos minhas para um primo, no desejo de ridicularizá-lo. “Bonita, né?” Ela perguntou antes de contar – “É travesti!” Não são todos que podem dizer que já viram travestis durante o dia, a sociedade chega a acreditar que as travestis são criaturas noturnas. Saem do chão quando anoitece, vão prostituir-se e voltam para o chão quando o sol começa a surgir. Afinal, o chão é o lugar determinado previamente para “gente” como eu.

Estudo em uma faculdade na qual sou considerada pelos discentes um corpo estranho que deve ser repelido. As pessoas reduzem a instituição de ensino superior a sala de aula e esquecem dos corredores, praças, banheiros e outros recintos. Em todos eles posso ouvir os cochichos, as mãos que são usadas para minimizá-los, os cotovelos que são empurrados, os olhos esbugalhados… Expressões corporais que sussurram-me: esse lugar não é pra você.

Quando Jared Leto ganhou o Oscar por interpretar Rayon, imediatamente lembrei-me dos teatros de outrora onde homens interpretavam mulheres pois a apresentação delas era proibida e, dos negros que eram zombados pelos brancos na caricatura abominável conhecida pelo termo “blackface”.

Será que não existia nenhuma pessoa trans qualificada para interpretar aquele papel? E a respeito de todos os outros filmes sobre o tema? Quantos foram interpretados por travestis, transexuais ou transgêneros? Dois? Um? Zero?

Se formos pegar a mídia brasileira iremos ter um longo histórico de pessoas cis parodiando pessoas trans em novelas. Em um caso recente uma travesti foi chamada para interpretar – pasmem – uma prostituta. Até porque esse é o destino dogmático de toda travesti, não é mesmo? Não existe travesti gerente, professora, faxineira, vendedora ou empresária. Imagina se colocam uma travesti médica na novela? O revertério que isso não iria dar na cabeça do telespectador!

“Quem esse povo da margem pensa que é? Até ontem estavam na esquina! Agora querem dizer na tv que conseguem um emprego formal?”

Eu tinha 18 anos quando assisti a Lea T em uma das suas primeiras entrevistas, até aquele momento eu havia internalizado que o meu ponto de chegada seria – em caso de sorte – o salão de beleza. Ter visto na televisão essa pessoa que compartilhava uma trilha similar deixou-me esperançosa, se ela conseguiu ocupar aquele espaço eu também conseguiria ocupar outros.

Só eu sei como a representatividade importa. Contudo, não quero supor que o papel das pessoas cis deva ser restrito ou que o papel das pessoas trans deva ser exclusivamente esse, eu estaria criando uma barreira indesejada. Quero propor apenas que a nossa inserção ocorra de forma que desconstrua a rede de estereótipos que orbitam ao redor das esferas midiáticas. Que a falta – acarretada pela transfobia – de travestis, transexuais e transgêneros em espaços públicos seja preenchida a partir da notabilidade dessas pessoas em locais de disputa. Que essa visibilidade naturalize a nossa presença, não mais causando a tradicional repulsa.

Ótimo filme, mas na minha luta nada acrescentou. Jared Leto imitando uma travesti somente consegue me dizer – novamente – uma coisa, que nem para interpretarmos a nossa própria existência nós prestamos”.


O DACA apóia a luta trans* e endossa a importância do dia da Visibilidade Transsexual no país que mais assassina transsexuais e travestis no mundo. Cerca de 90% das mulheres trans e travestis se encontram na prostituição, muitas vezes sem oportunidades no mercado de trabalho devido ao preconceito. É essencial reivindicar a inclusão das pessoas trans* no espaço das universidades e garantir o direito ao nome social. A luta por igualdade depende de todas as pessoas.

50 anos de FAMEMA

Hoje, 19 de janeiro de 2016, a Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), chega ao seu 50º aniversário. Durante esse meio século, podemos dizer que a FAMEMA não viveu, sobreviveu. O que pretendemos contar a seguir é uma breve história de como a luta de seus estudantes, funcionários e professores forjou a instituição que conhecemos hoje.

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Na década de 1960, o Brasil vivia um contexto da falta de médicos, obrigando o Estado a criar, por decretos, novas faculdades de medicina. No entanto, engana-se quem pensa que tal expansão visa
va melhorar a qualidade do atendimento à saúde da população. Com a expansão da indústria farmacêutica pelo país, eram necessários mais médicos para prescrever tratamentos e realizar procedimentos, consumindo os insumos produzidos pela crescente indústria. Nesse contexto, em 1966, autoriza-se a criação da FAMEMA, em uma Marília que ainda estava em sua 3ª década de vida.

Apesar de autorizar seu funcionamento, o governo estadual não se mobilizou para a criação do curso de medicina em Marília, cabendo ao município, através da Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília (FUMES), a sua instalação e manutenção, na época, cobrando mensalidades. A faculdade funcionava dentro do prédio que hoje abriga o Hospital das Clínicas (HC), que além de campo de prática aos estudantes, abrigava salas de aulas, laboratórios e até quartos para os professores, que muitas vezes vinham de São Paulo para dar aulas em Marília.

Ao longo dos anos, era crescente o sentimento de que a FAMEMA era uma instituição pública, de que não era necessário o pagamento de mensalidades, apesar de baratas comparadas a outras instituições de ensino, para se estudar ali, surgindo então a campanha para que o estado finalmente abraçasse de vez a instituição, a campanha para a sua estadualização e encampação por uma universidade.

Na década de 1980, a FUMES, que já sofrera com crises financeiras, viu a piora de sua financeira com a criação do SUS. O atendimento médico que antes era restrito aos segurados pela previdência social agora tornara-se universal e gratuito, no entanto, a lei que criou o SUS não determinou de onde deveria vir a verba para a sua manutenção, cabendo a própria FUMES o pagamento dos atendimentos realizados. Com isso, a crise financeira da fundação se agravou, não havendo dinheiro para pagar o salário de funcionários e professores, sendo que, muitos destes, aceitaram trabalhar de graça, já que também haviam se formado pela instituição. Numa tentativa de solucionar a crise, a FUMES determina o aumento das mensalidades, causando revolta nos estudantes, com greves que duraram mais de 100 dias, e a intensificação da campanha pela estadualização da FAMEMA.

Em 1994, ainda com a instabilidade financeira da fundação, os estudantes radicalizam a campanha pela estadualização. Buscam o apoio de deputados e deixam de pagar as mensalidades, realizando depósitos em juízo em uma conta administrada pelo DACA, culminando com a falência da FUMES e a estadualização da FAMEMA, através de um decreto assinado dentro da sede do DACA, simbolizando a importância da luta dos estudantes no processo. Pelo decreto, a FAMEMA deveria ter administração direta, devendo a FUMES dissolver-se ao longo dos anos, no entanto, isso não aconteceu, continuando esta a existir até os dias de hoje.

Em 1997, surge o projeto Uni-FAMEMA, uma nova iniciativa que buscava maior integração entre o ensino e o atendimento à saúde da população, financiado pela Fundação Kellogg. Por um lado, havia uma instituição de ensino que sofria com o sucateamento da educação e da assistência à saúde com o corte de verbas, precisando se reinventar; e do outro, uma fundação bilionária, que doava dinheiro através de incentivos fiscais para projetos que buscavam baratear os gastos do Estado com saúde e educação. Assim, o prédio do carmelo, um antigo convento, é alugado e ganha uma biblioteca e o laboratório morfofuncional; e surgem também os meios financeiros para a implantação do Problem Based Learning (PBL), metodologia de ensino que deu a FAMEMA projeção internacional no campo da educação médica.

A estadualização da FAMEMA não trouxe a solução dos seus problemas financeiros, eles continuaram e se agravaram ao longo dos anos, uma vez que a instituição nunca foi completamente abraçada pelo estado, e sim sustentada através da FUMES. Em 2007, com a proibição das contratações pela FUMES, surge a Fundação de Apoio à Faculdade de Medicina de Marília (FAMAR), coberta de suspeitas de irregularidade, que hoje são investigadas pela Polícia Federal. A FUMES passa a perder espaço dentro da administração da FAMEMA, e FAMAR a assumi-la, de forma irregular.

Em 2013, estudantes, funcionários e professores se unem em uma greve histórica. As pautas foram unificadas em torno da luta por uma FAMEMA que fosse de fato estadualizada, e não administrada através de fundações, e também por uma autarquização de administração direta via secretaria de saúde, não através de fundações, possibilitando assim a encampação da FAMEMA por uma universidade estadual. Apesar dos avanços, apenas os alunos tiveram conquistas, com a compra de novos livros para a biblioteca.

Em 2015, a FAMEMA passou pela maior crise de sua história, com o corte de 25% da verba repassada pelo estado, agravando ainda mais sua situação financeira instável. O pronto socorro foi fechado, cirurgias eletivas canceladas, e os ambulatórios reduziram seus atendimentos. Os estudantes se organizaram em torno de um dia de paralização e de um ato contra os cortes financeiros. Às vésperas da lei de autarquização do complexo hospitalar, a FAMEMA se viu envolvida na “Operação Esculápio” da Polícia Federal, desmoralizando sua direção frente a possibilidade da administração do HC por uma Organização Social de Saúde (OSS), organizações privadas de direito público com a função de administração hospitalar, não são suficientes para melhorar as condições de ensino e trabalho, bem como de atendimento à população..

Mais do que nunca o sucateamento do complexo FAMEMA ficou escancarado. No entanto, mesmo em meio a esse quadro crônico de crise que a FAMEMA está vivenciando é fundamental que os alunos, funcionários e professores continuem permeando os espaços da Faculdade e lutando para que ela seja cada vez melhor.

E o que esperar para este aniversário e para os próximos 50 anos? Que continuemos lutando por uma educação de qualidade. Que continuemos lutando para fornecer o melhor atendimento possível aos 62 municípios que compreendem a região de Marília. Que continuemos lutando por um atendimento público de qualidade sem permitir a presença do processo de “dupla porta” no Complexo HC FAMEMA. Que continuemos lutando para que a Encampação por uma Universidade ocorra o mais breve possível e, assim, lutar pelo fomento à pesquisa e maior investimento em termos de infraestrutura, como alojamentos para estudantes, maior disponibilidade de livros na biblioteca, presença de um restaurante universitário, por exemplo. Que continuemos lutando pela igualdade de reconhecimento da importância de todos os profissionais de saúde, contribuindo para uma maior convivência entre os futuros enfermeiros e futuros médicos que estudam nessa Faculdade. Que continuemos lutando para que a FAMEMA seja um lugar que possa dar orgulho às 50 gerações que já passaram por aqui e a todas que ainda estão por vir!”

Lista de aprovados para o Cursinho Pré-Vestibular Popular da FAMEMA 2015

Confira abaixo a lista dos aprovados!

APROVADOS

Atenção para as instruções:
AOS APROVADOS:
– Os candidatos aprovados deverão confirmar o interesse com a Secretaria do Diretório no telefone (014) 3422-1858 até dia 25/02 (quarta-feira), das 12h às 17h.
– O candidato talvez possa estar devendo alguns documentos que faltaram no dia da inscrição e nesse caso será dito para ele qual(is). A entrega dos mesmos deverá ser feita até o final do período de matrícula que é o dia 25/02 (quarta-feira). O diretório funciona das 12:00 até as 17:00, segue o endereço: Rua Aziz Atalah, 9 – 17519-101

SOBRE A LISTA DE ESPERA:
– A lista esta em ordem de chamada, sendo assim caso haja abertura de vaga no curso os alunos da lista serão sendo chamados na ordem colocada (de cima para baixo)
– O candidato será avisado pela equipe do cursinho que passou e deverá seguir as orientações dadas por nós